A Folha informa que uma auditoria feita pela Brasil Telecom descobriu pagamentos, sem contrato, de R$ 1,2 milhão ao advogado Roberto Teixeira, compadre de Lula, e de R$ 3 milhões a Antônio Carlos Castro, o Kakay, amigo do ex-ministro José Dirceu. Os dois dizem que essa verba se refere a uma “prestação de serviços”, mas ninguém explica o que exatamente fizeram à BrT, à época controlada por Daniel Dantas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário