Os funcionários, por sua vez, informaram que o único problema pela unidade de saúde não está relacionado ao atraso de pagamento. Segundo eles, existem outros problemas na maternidade, notadamente quanto às difíceis condições de trabalho. Estariam faltando equipamentos e materiais de uso contínuo.
Os funcionários afirmam que foi aprovado crédito de R$ 100 mil reais para parte operacional da maternidade no ano passado. Mais recentemente, no mês de fevereiro, foi aprovado um novo crédito de mais R$ 720 mil em parcelas de R$ 60 mil, dinheiro mais que suficiente para impedir atrasos na folha de pagamento. A situação de dificuldades enfrentadas pela Associação Apodiense de Amparo à Maternidade e à Infância (APAMI), administradora da Maternidade Claudina Pinto, que por mais de 30 anos foi controlada pelo então prefeito José Pinheiro Bezerra, e que agora está sob novo comando, parece seguir como um grande desafio para os gestores e um motivo de preocupação para a população.
Fonte: Correio da Tarde
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