Fazendo uma análise sobre a situação política de Apodi, mais especificamente em como ficaria o PPS apodiense na disputa desse ano, chego a conclusão de que a situação entre eles não é nada confortável.
Considerando que a chapa Simão/PT ganhasse corpo como indicação da governadora, sobraria para os vereadores Júnior Souza e Tibúrcio Marinho e os suplentes Laete Oliveira e Eilson Targino disputarem, juntos e unidos, a câmara de vereadores.
Os 4 acima citados disputaram as eleições passadas dentro do PMDB, que na proporcional não se coligou com ninguém, e esse ano disputarão pelo PPS, que dificilmente irá encontrar algum 'louco' que queira coligar-se a eles (na proporcional), entendendo que eles são candidatos fortíssimos a obter algo em torno de 1.000 votos cada um. O partido que aceitar a coligação terá anulado os seus postulantes, já que os vereadores tem fortes bases políticas espalhadas pela cidade. A menos que outros candidatos, também pesados (em número de votos) como é o caso dos vereadores Ailton Tenório e Dagmar Suassuna (PR), e Arnaldo Costa (PP) queiram aliar-se aos amigos.
Primeiro vamos analisar uma disputa solitária, o PPS sozinho: Imaginemos que por um milagre eles consigam obter o mesmo número de votos da última eleição (quando falo em milagre é considerando que não houve perdas de votos com a saída do PMDB), os quatro obteriam 4.017 votos, dividindo pelo coeficiente eleitoral de 2004 chegaria ao número 1.69, ou seja, apenas 1 dos quatro teria uma vaga garantida, e outra seria disputada com os demais partidos. Isso significa que, caso eles mantivessem o mesmo número de votos, apenas Tibúrcio Marinho seria eleito e Júnior Souza ficaria na 'pendura'. Laete mais uma vez ficaria de fora, assim como Eilson Targino. É importante ressaltar que não considerei votos de legenda, nem muito menos outros prováveis candidatos do partido, se é que existe. Em contrapartida fui generoso ao pensar que eles manteriam o mesmo número de votos da última eleição.
Agora vamos analisar uma coligação entre PPS/PR/PP, e é aqui que o caldo engrossa, além dos 4 do PPS, juntaríamos Ailton Tenório, Dagmar Suassuna e Arnaldo Costa, e teríamos pelo menos 7 potenciais vereadores, mas para que pelo menos 3 deles garantissem vaga seriam necessários 7.104 votos, 4 ficariam de fora ainda assim. Os eleitos seriam (considerando o mesmo número de votos de 2004) Tibúrcio Marinho, Ailton Tenório e Júnior Souza, ficariam de fora Dagmar, Arnaldo Costa, Laete Oliveira e Eilson Targino.
Como nenhum dos três partidos PPS/PR/PP estariam na chapa majoritária a situação ficaria ainda pior, lembrando que o PMDB na última eleição, que tinha o candidato a prefeito, obteve 8.345 votos. Nessa última análise fica difícil imaginar como seria a câmara de vereadores com todas essas mudanças.
Isso mostra que qualquer formação de chapa, com Dr. Pinheiro fora da jogada, vai prejudicar também os vereadores que acompanharam o prefeito.
Considerando que a chapa Simão/PT ganhasse corpo como indicação da governadora, sobraria para os vereadores Júnior Souza e Tibúrcio Marinho e os suplentes Laete Oliveira e Eilson Targino disputarem, juntos e unidos, a câmara de vereadores.
Os 4 acima citados disputaram as eleições passadas dentro do PMDB, que na proporcional não se coligou com ninguém, e esse ano disputarão pelo PPS, que dificilmente irá encontrar algum 'louco' que queira coligar-se a eles (na proporcional), entendendo que eles são candidatos fortíssimos a obter algo em torno de 1.000 votos cada um. O partido que aceitar a coligação terá anulado os seus postulantes, já que os vereadores tem fortes bases políticas espalhadas pela cidade. A menos que outros candidatos, também pesados (em número de votos) como é o caso dos vereadores Ailton Tenório e Dagmar Suassuna (PR), e Arnaldo Costa (PP) queiram aliar-se aos amigos.
Primeiro vamos analisar uma disputa solitária, o PPS sozinho: Imaginemos que por um milagre eles consigam obter o mesmo número de votos da última eleição (quando falo em milagre é considerando que não houve perdas de votos com a saída do PMDB), os quatro obteriam 4.017 votos, dividindo pelo coeficiente eleitoral de 2004 chegaria ao número 1.69, ou seja, apenas 1 dos quatro teria uma vaga garantida, e outra seria disputada com os demais partidos. Isso significa que, caso eles mantivessem o mesmo número de votos, apenas Tibúrcio Marinho seria eleito e Júnior Souza ficaria na 'pendura'. Laete mais uma vez ficaria de fora, assim como Eilson Targino. É importante ressaltar que não considerei votos de legenda, nem muito menos outros prováveis candidatos do partido, se é que existe. Em contrapartida fui generoso ao pensar que eles manteriam o mesmo número de votos da última eleição.
Agora vamos analisar uma coligação entre PPS/PR/PP, e é aqui que o caldo engrossa, além dos 4 do PPS, juntaríamos Ailton Tenório, Dagmar Suassuna e Arnaldo Costa, e teríamos pelo menos 7 potenciais vereadores, mas para que pelo menos 3 deles garantissem vaga seriam necessários 7.104 votos, 4 ficariam de fora ainda assim. Os eleitos seriam (considerando o mesmo número de votos de 2004) Tibúrcio Marinho, Ailton Tenório e Júnior Souza, ficariam de fora Dagmar, Arnaldo Costa, Laete Oliveira e Eilson Targino.
Como nenhum dos três partidos PPS/PR/PP estariam na chapa majoritária a situação ficaria ainda pior, lembrando que o PMDB na última eleição, que tinha o candidato a prefeito, obteve 8.345 votos. Nessa última análise fica difícil imaginar como seria a câmara de vereadores com todas essas mudanças.
Isso mostra que qualquer formação de chapa, com Dr. Pinheiro fora da jogada, vai prejudicar também os vereadores que acompanharam o prefeito.
Nenhum comentário:
Postar um comentário